Dor. É algo incostante, que vem e vai. Vai e vem. Quando ela está longe você se sente a pessoa mais livre, mais feliz do mundo, é só esquecer. É só não lembrar… Como se fosse fácil. Você pensa: Eu vou ouvir uma música, relaxar, tudo vai ficar bem. Dai toca aquela música. Dentre 100 músicas na sua lista de reprodução, toca justamente aquela que te mata por dentro, que te deixa com saudades dele. E então ela volta. Como uma goteira que de pingo em pingo te faz transbordar a dor volta tão grande que parece que seu peito vai explodir pra todos os lados. Você sabe que não pode fazer nada sobre isso. Você não se permite telefonar, nem ao menos mandar uma mensagem, porque a cicatriz ainda está lá, e não vai sarar tão rápido, talvez nunca sare, fique lá como uma marca daquela maldita dor.
E você sabe e sente, que antes de dormir ele pensa em ti, talvez pegue no telefone para te ligar, sente saudade e pode até chorar.Mas seu orgulho é tão foda, que ele finge que não sente nada, que não quer nada, e simplesmente ignora toda a história.
E por mais que você queira o odiar, você percebe que não consegue. Que seu coração simplesmente se recusa a obedecer e faz você lembra de todos os momentos que viveram. E numa fração de segundos você reage a realidade e ver que o amou e entregou sua alma, mas que sem saber o porquê tudo acabou, o amor não foi suficente e de repente tudo sumiu. Você encara que ou não tinha que acontecer ou não era o momento certo. É ai que aparece a incerteza, o talvez. E sabe-se que bem pior que a convicção do não é a desilusão de um quase. É o quase que incomoda, que entristece, que mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Hoje só sei, que pros erros há perdão; pros fracassos há chance e que pros amores impossíveis há tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
No fim, pelo menos de uma coisa aquela paixão te serve, pelo menos algo ele te ensinou: que você deve gastar mais horas realizando que sonhando ! FATO ~
To ' Dayane *-*

Nenhum comentário:
Postar um comentário